Tocha de Sálvia Branca - 30g - 10cm

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Para os índios era sagrada, para os árabes é considerada a planta da imortalidade. A sálvia branca e a salva comum são duas variantes de uma planta que parece ter estranhos poderes mágicos.

É essencial arejar diariamente a sua casa para se libertar de bactérias que proliferam em espaços fechados e para renovar as energias do espaço. Por esse motivo, deve abrir todas as janelas de sua casa todos os dias, logo pela manhã, nem que seja apenas durante 5 minutos, para que o ar circule e se renove. Mas de vez em quando é aconselhável fazer um ritual de limpeza, que traga boas energias para o ambiente e anule as energias negativas. Um dos métodos mais eficazes de o fazer consiste em queimar sálvia branca, uma planta usada pelos índios norte-americanos nos seus rituais de purificação, considerada sagrada devido aos extraordinários poderes que lhe atribuíam.

A sálvia branca é diferente da salva comum, sendo a primeira proveniente da Califórnia e a segunda originária do Mediterrâneo. Ambas são muito eficazes, sendo a sálvia branca especialmente usada para defumação e a salva comum usada como tempero e remédio natural, em chás e mezinhas, embora também possa ser queimada. Em Portugal é mais fácil encontrar a Salva comum. O nome salva ou sálvia deriva do latim salus, que significa "saúde" e salvea, que significa "salvação".

Os índios usavam a sálvia branca, considerada sagrada, para afastar os maus espíritos e as energias negativas, assim como para atrair a saúde, a prosperidade e a proteção. Como acreditam que cada planta possui uma centelha do espírito do criador, acreditam que a sálvia branca tem um "espírito" dedicado a atrair proteção, bênçãos e clareza mental. Em alguns rituais, atiravam um ramo de sálvia branca para o lume para purificar o próprio fogo.

Desde as civilizações antigas que a salva comum é usada pelas suas reconhecidas propriedades curativas, sendo reconhecidos os seus efeitos como antibiótico, antifúngico, anti-espasmódico, entre outros, e por isso é um componente usado em vários medicamentos. Os árabes consideravam-na a planta da imortalidade. Para os Romanos esta planta ajudava a fazer a digestão e purificava o ar, pelo que a queimavam nos lugares onde estavam pessoas doentes, porque se acreditava que esta planta atraía a cura. Na Idade Média reinava a crença que mastigar três folhinhas de salva logo de manhã afastava os maus espíritos e trazia sorte.

Esta planta é de tal modo importante em várias culturas que foram feitos estudos científicos recentes, através dos quais se chegou à conclusão que queimar salva ajuda a eliminar cerca de 94% das bactérias existentes no ar, sendo seguro fazê-lo mesmo num ambiente onde haja crianças ou animais de estimação (sendo que, claro está, ninguém deve inalar diretamente o fumo).